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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Responsabilidade Social Empresarial

No mês passado tive a oportunidade de estar presente em um evento da Cadeia Produtiva de Petróleo, Gás e Energia do RN. Na ocasião, conheci Marcelo Dantas Nepomuceno, Gerente Executivo de Responsabilidade Social do SESI/RN. Marcelo foi um dos palestrantes do evento, abordando a responsabilidade social como um diferencial competitivo. Antes da palestra, conversamos um pouco sobre o assunto, o que despertou-me a curiosidade de postar algo a respeito por aqui.


É sabido que hoje o papel que uma empresa desenvolve ultrapassa o conceito de seu negócio. A necessidade cada vez maior de uma atenção voltada para uma conscientização acerca de responsabilidade social põe as empresas em um patamar cuja sua imagem pode ser vista com uma melhor reputação quando a organização é adepta de uma política e compromisso com Responsabilidade Social Empresarial - RSE.


Fotografia realizada em janeiro de 2012,às margens da BR 110, entre Mossoró e Areia Branca/RN.

Para ampliarmos a nossa visão sobre o tema, eis algumas definições de responsabilidade social empresarial:


O conceito de Responsabilidade Social Empresarial foi lançado no Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável em 1998, na Holanda:

"Responsabilidade Social Corporativa é o comprometimento permanente dos empresários de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando simultaneamente, a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um todo."


Segundo o Instituto Ethos, o conceito de RSE está relacionado com a ética e a transparência na gestão dos negócios.

"Responsabilidade social empresarial é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais que impulsionem o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais." Fonte: Ethos.


Destarte, é importante que as empresas devam não somente apoiar projetos sociais. Devem ir além, compreendendo a abrangência do conceito de  RS, e inserindo esta cultura em sua gestão, prezando pela adesão ao compromisso o desenvolvimento sustentável, sustentabilidade empresarial e bom relacionamento com os seus stakeholders.


Sem dúvidas, se, aos olhos da sociedade, uma organização X goza de uma melhor reputação em relação à organização Y, a organização X terá mais chances de sucesso. E parte dessa reputação pode ser obtida com RSE.

Fonte de informações:
Responsabilidade Social Empresarial: Cartilha / FIERN. CORES. - Natal, 2011.
Crédito da imagem: Marcilio França

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Empresas e bancos têm até hoje para entregar informe de rendimentos

Do Uol São Paulo

As empresas, bancos, sociedades corretoras e afins têm até esta quarta-feira (29) para entregar o informe de rendimentos a seus funcionários e clientes pessoas físicas para o Imposto de Renda 2012.


O informe é um documento que contém uma espécie de resumo de todo o rendimento pago ao longo do ano correspondente ao imposto de renda a ser declarado (2011).

Os dados, entre outros coletados pela Receita Federal, servem para o Fisco cruzar os dados e verificar se houve sonegação ou não.

No informe entregue pelo empregador, devem estar incluídos o valor pago aos trabalhadores, as deduções realizadas e o imposto retido no ano passado.

No caso dos bancos, além dos dados de quantias presentes em conta-corrente, o documento precisa conter valores da conta-investimento.

As corretoras, planos de saúde e similares também enviam o documento aos seus clientes informando, por exemplo, movimentação ao longo do ano e pagamentos efetuados.

Fonte: Uol Economia.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

As 10 empresas dos sonhos dos jovens brasileiros

Pesquisa apontou as companhias preferidas pelos universitários e recém-formados do Brasil
Infomoney

Google, Petrobras e Unilever ficaram em primeiro, segundo e terceiro lugares entre as empresas preferidas pelos jovens para trabalhar, de acordo com pesquisa conhecida como Empresa dos Sonhos dos Jovens 2011 , elaborada pela Cia de Talentos.

Entre os fatores que os entrevistados destacaram, para justificar suas escolhas, estavam a possibilidade de desenvolvimento profissional, os desafios constantes, a boa imagem no mercado, ambiente de trabalho e carreira internacional.


As preferidas


Entre as 10 empresas vencedoras, a Google ficou em primeiro lugar entre as preferências dos universitários e jovens brasileiros. De acordo com o diretor de comunicação da empresa, Felix Ximenes, ganhar um prêmio desse tipo é muito gratificante, pois é um reconhecimento do trabalho e envolvimento dos funcionários.


Ximenes ainda ressalta que estar entre as melhores empresas para se trabalhar ajuda muito na hora de atrair os melhores profissionais do mercado e manter a boa reputação do Google. Além disso, afirmou que as oportunidades dentro da empresa são reflexo da próprio movimento de expansão da organização, o que cria constantemente novos desafios.


O gerente geral da regional São Paulo-Sul dos Serviços compartilhados da Petrobras, Orlando Almeida, também falou sobre as possibilidades de crescimento na estatal, segunda colocada entre as empresas mais interessantes. Almeida comentou que a Petrobras possibilita desafios e oportunidades de desenvolvimento tanto para os jovens, da famosa Geração Y, quanto para profissionais de outras gerações.


Top 10

Confira as dez empresas preferidas entre os universitários e recém-formados brasileiros:

1° Google

2° Petrobras
3° Unilever
4° Vale
5° Natura
6° Itaú
7° Nestle
8° Ambev
9° Odebrecht
10° Rede Globo

Fonte: Cia de Talentos

Matéria vista no site Administradores.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Olhando site e jornais eu vi...

1. Petrobras torna-se a 3ª maior empresa de energia do mundo em valor de mercado.

No ranking PFC Energy 50, que mostra as maiores empresas de energia do mundo, podemos ver que a brasileira Petrobras avançou uma posição e agora é a 3ª maior empresa de energia do mundo em valor de mercado. Quem encabeça a lista é a ExxonMobil, dos Estados Unidos, seguida da chinesa PetroChina. A Petrobras fechou 2010 com $US 228,9 bilhões, ficando à frente da Shell e Chevron.
Fonte: PFC Energy 50.

2. Bancos manifestam interesse no Panamericano
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Desde que o Panamericano foi colocado à venda, depois da descoberta de um rombo bilionário em suas contas, pelo menos cinco bancos já manifestaram interesse na participação que o empresário Silvio Santos possui na instituição. Fontes que participam do processo citam, entre eles, Bradesco, Santander, Safra e BTG Pactual, além de uma instituição estrangeira que mandou representante, mas ainda não se identificou.
Fonte: Época Negócios (por Agência Estado).

3. Número de pessoas conectadas chega a 2 bilhões
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O chefe da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Hamadun Touré, anunciou que o número de usuários de internet no mundo alcançou 2 bilhões de pessoas.
Fonte: Agência de Notícias da Folha de São Paulo

4. Empreendedor individual pode entregar declaração até 28 de fevereiro de 2010.

Para ficarem em dia com a Receita Federal, os empreendedores individuais devem apresentar a sua declaração anual de rendimentos até o dia 28 de fevereiro de 2010. O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSIM) ampliou de 31 de janeiro para o último dia de fevereiro (28) de cada ano o prazo para o Empreendedor Individual entregar a declaração.
Fonte: Jornal Correio da Tarde, seção Economia.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Número de falências de micro e pequenas empresas é o menor do ano, diz Serasa Experian

O número de falências decretadas por micro e pequenas empresas no mês de outubro foi o menor do ano, segundo a Serasa Experian.

De acordo com a instituição, no período, foram decretadas 53 falências em todo o país, sendo 46 de micro e pequenas empresas. Este foi o menor número para empresas deste porte de empresa em 2010.

Dos sete outros decretos de falência, cinco foram de médias empresas e dois de grandes.

Com relação a outubro de 2009, o número de falências decretadas por micro e pequenas empresas caiu 37,8% (74 contra 46). O de médias empresas ficou praticamente estável (seis), assim como as de grande porte (três).


Em setembro, tinham sido verificados 57 decretos de falências no país. Desse total, 50 foram feitos por micro e pequenas empresas, seis por médias e um por empresa de grande porte.


Segundo nota da Serasa Experian, a queda do número de falências decretadas por micros e pequenas empresas “é reflexo do bom momento econômico vivido pelo país neste ano de 2010, beneficiando, principalmente, as empresas que têm seu foco de atuação no mercado doméstico”.

No ano
No acumulado do ano, 557 empresas de micro e pequeno porte tiveram a falência decretada. Queda de 14,8% em relação aos 654 decretos observados no mesmo período do ano passado.

O número de empresas médias que decretaram falência esse ano subiu 34,15% (41 contra 55). Já o de empresas de grande porte caiu 26,7% (15 a 11).

Da redação de Uol Economia.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Serasa: microempresa quita 95,2% das dívidas em maio

Na prática, isso indica que de cada mil pagamentos efetuados no mês, 952 foram feitos à vista ou quitados com no máximo sete dias de atraso.

As
micro e pequenas empresas registraram em maio índice de 95,2% de pontualidade de pagamento, informou hoje a Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito. Na prática, isso indica que de cada mil pagamentos efetuados no mês, 952 foram feitos à vista ou quitados com no máximo sete dias de atraso. Este é o maior valor do indicador desde o início da série histórica, em janeiro de 2006.

O setor de serviços apresentou o maior índice de pontualidade em maio (95,5%). Micro e pequenas empresas do comércio e da indústria aparecem na sequência, com 95,1% e 95,0%, respectivamente. Já o valor médio dos pagamentos realizados no mês, de R$ 1.540,96, subiu 2,9% em relação a abril. Na comparação com maio de 2009, o valor médio é 5,3% menor.

Para os analistas da Serasa Experian, o índice de pontualidade nos pagamentos deve se manter elevado nos próximos meses entre as micro e pequenas empresas, por conta do aquecimento da economia. Tradicionalmente, os níveis de pontualidade tendem a ser superiores no segundo semestre, já que "o dinamismo econômico é maior na segunda metade do ano em razão do Natal".

O Indicador Serasa Experian de Pontualidade de Pagamentos das Micro e Pequenas Empresas é formulado com base nos pagamentos efetuados, mensalmente, por cerca de 600 mil micro e pequenas empresas em todo o Brasil. No levantamento, são consideradas empresas com faturamento líquido anual de até R$ 4 milhões.

Por Agência Estado.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Lei proíbe empresas de exigir exame de HIV de seus funcionários

Teste não será permitido em nenhum caso relacionado ao trabalho.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) baixou a portaria nº 1.249/2010, proibindo que as empresas do Brasil exijam de seus funcionários o teste de HIV em exames médicos admissionais e demissionais, avaliações periódicas ou em decorrência de mudanças de cargo do trabalhador, de forma direta ou indireta. De acordo com a portaria publicada no Diário Oficial da União em 31 de maio, é vedada a “adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de emprego ou à sua manutenção”.

A portaria do ministro Carlos Lupi foi baseada na Lei 9.029, de 13 de abril de 1995, que impede a exigência de atestados de gravidez e esterilização de suas funcionárias durante o período de admissão, além de outras práticas discriminatórias, como consequência da contratação ou de permanência do vínculo empregatício.

Segundo o texto da portaria nº 1.249, essa proibição não deve impedir programas ou campanhas de prevenção da saúde que estimulem os trabalhadores a conhecer seu estado sorológico, por meio de exames, sem nenhum vínculo com a relação trabalhista, com o propósito de manter a privacidade quanto aos resultados.

O Ministério da Saúde estima que aproximadamente 630 mil brasileiros estão infectados com o vírus HIV. Segundo o órgão, a maioria dos portadores leva uma vida normal, sem qualquer sintoma ou manifestação da doença.

Fonte: Site Pequenas Empresas & Grandes Negócios (da Redação).

terça-feira, 8 de junho de 2010

Design como vantagem competitiva para as empresas


À medida que os clientes tornam-se mais exigentes e o mercado mais competitivo, percebe-se que é cada vez mais urgente a necessidade de inovar, de diferenciar-se da concorrência, não somente para manter, como também para atrair novos clientes. Mas como chegar a patamares de bom posicionamento no mercado, se há mesmo tipo produtos com preços similares? tecnologias similares? atendimentos equiparáveis? Eis uma das saídas para diferenciar-se e sair na frente: o design.

Primeiramente, é preciso uma compreensão do que vem a ser design. Mais que uma visão de formas, cores e tamanhos, conceiturar desing é ter noção de todo um processo de trabalho que vai além, cujos resultados podem expressar emoções positivas, boa funcionalidade, inovação, enfim, satisfação para o cliente. Design é um resultado que traz aparências e funcionalidades que estarão associadas às necessidades de consumidores.

Atentemos que estamos falando do design criativo, inovador, profissional. O designer, o profissional de design, deve possuir conhecimentos de todo o processo do design, da ideia à disponibilização do produto que vise satisfazer necessidades do cliente. Para tanto, um profissional criativo e com formação na área, proporcionará à empresa um projeto de design profissional, dotado de características e aptidões por parte de quem entende do assunto, ou ainda, um profissional da área de design terá conehcimentos sobre materiais, estilo, confiabilidade, durabilidade, desempenho e outras variáveis que o universo do design contempla.

Sabemos que é possível chamar atenção de consumidores a partir de uma boa embalagem. Agora imgine se o seu produto, além de bonito, é funcional?! Caso positivo, se o seu produto esteja associado a este dois importantes requisitos do design, a funcionalidade e o estilo, o seu negócio terá mais chances de destacar-se no mercado em relação aos seus concorrentes.

Posso afirmar que conheço de perto parte do que é trabalhar com design e digo, sem titubear, que o design tem sim, uma força capaz de fazer com que o seu produto possa ser preferência em relação aos demais, se orientado para projetos de design criativos, inovadores e agora, mais recentemente, sustentáveis, seja de um projeto de um alfinete a um projeto de um automóvel.

Quando a empresa incorpora ao seu negócio o design como uma das estratégias competitivas, ela terá mais chances de diferenciar-se no mercado, motivo de busca constante para o sucesso empresarial.

Por Marcilio França.
Crédito da imagem: Barun Patro, Sxc.hu.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O custo dos feriados para as empresas

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"Pesquisa encomendada pelo Departamento de Economia da Fiesp e do Ciesp, com 478 empresas de diversos portes, apurou como elas procedem diante dos feriados e concluiu, entre outras coisas, que o aumento do custo industrial devido a cada feriado é de R$ 60,7 milhões para as indústrias paulistas. Assim, os 14 feriados de 2010 vão somar um impacto perto dos R$ 850 milhões."

Fonte: Uol.com.br/canalexecutivo

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Lucro da Petrobras supera expectativas

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"O lucro da Petrobras no 1º trimestre foi de 7,73 bilhões de reais, 23% a mais que no mesmo período do ano passado. Os números superaram as expectativas do mercado, refletindo o aumento da produção aliado ao maior valor do petróleo."

Fonte: Reuters Brasil.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Revista Forbes divulga ranking das maiores empresas do mundo

A revista americana Forbes, que trata de asssuntos ligados a negócios, finanças e investimentos, divulgou, no último dia 21, resultados de uma pesquisa que elenca as maiores empresas do mundo, a World's Best Companies.

A pesquisa leva em conta critérios como vendas anuais em dólar, lucro, ativos e valor de mercado. Das 2.000 organizações do ranking, a empresa JPMorgan Chase, dos Estados Unidos, encabeçou o a lista. Em segundo lugar ficou a General Eletric e, em terceiro, o Bank of America, ambas organizações também dos Estados Unidos.

A seguir, as dez maiores do mundo, segundo a Forbes.
Classificação - empresa, páis, setor:

1ª - JPMorgan Chase, Estados Unidos, bancário.
2ª - General Electric, Estados Unidos, conglomerado.
3ª - Bank of America, Estados Unidos, bancário.
4ª - ExxonMobil, Estados Unidos, operações de óleo e gás.
5ª - ICBC, China, bancário.
6ª - Banco Santander, Espanha, bancário.
7ª - Wells Fargo, Estados Unidos, bancário.
8ª - HSBC Holdings, Reino Unido, bancário.
9ª - Royal Dutch Shell, Holanda, operações de óleo e gás.
10ª - British Petrol, Reino Unido, operações de óleo e gás.

Quanto às empresas brasileiras, a Petrobras encabeça a lista. Ficou classificada como a 18ª maior do mundo, segundo dados da pesquisa. A Companhia subiu do 25º para o 18º lugar. Além da Petrobras, outras empresas brasileiras também estão presentes na lista, como o Bradesco (51º), Banco do Brasil (52º), Vale (80º), além de outras.


Fonte: Forbes.com

terça-feira, 27 de abril de 2010

Iniciando estudos de estratégia empresarial

Semana passada, foi iniciada na faculdade a primeira aula da disciplina Estratégia Empresarial. Em uma análise comparativa das disciplinas até então vistas na grade do curso, considero esta uma das mais importantes do mesmo, pois, são através de estratégias que a administração acontece.

Partindo da afirmação de que administrar uma organização, por exemplo, é conduzí-la, conciliando pessoas e recursos a fim de atingir determinada missão, o administrador precisa fazer uso de estratégias que visem alcançar os objetivos organizacionais.

Mas o que vem a ser estratégia? Para iniciarmos, veja a ilustração a seguir:

Estratégia é um método sobre como iremos atingir a realização de determinado objetivo, é a maneira como iremos atuar em um objetivo para a realização do mesmo.

Veja o exemplo que segue, cuja situação é fictícia.
"O concurseiro João Novaes Silva, aprovado em primeiro lugar no último concurso para auditor da Receita Federal, concederá entrevista coletiva hoje, às 19h, no auditório do Centro de Convenções da cidade. Na ocasião, o concurseiro falará sobre toda a sua trajetória de estudos até a aprovação, bem como de caminhos sobre como passar em concursos públicos."

Note que na entrevista, João falará sobre caminhos para aprovação. Ele concederá dicas, estratégias de como passar em um concurso público.

Quando um gestor administra uma organização, não há como fugir da estratégia. É através de alguma estratégia que o administrador conduzirá o negócio, juntamente com pessoas e recursos para a realização de uma missão.

A administração, ou qualquer outra área, prezará por resultados. Resultados são obtidos através de alguma estratégia, boa ou má, eficiente ou não, equivocada ou não, enfim, estratégia é algo presente nas pessoas, independente de ser bem vista ou não.

Estudar estratégia, ainda mais estratégia empresarial, compreende um estudo mais abrangente, envolvendo outras variáveis e conceitos. Planejamento, decisões, métodos, objetivos, tática, meios, condições, visão, cenários, análises, devem estar associados aos estudos sobre estratégia.


Todo mundo tem uma estratégia, boa ou ruim, coerente ou não. Agora vale uma perguntinha... Qual o seu objetivo profissional daqui a cinco anos? E ainda...
como você conseguirá realizar esse objetivo? Capriche na sua estratégia!

Ilustração: Marcilio França.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Rol de contrapropostas oferecidas pelas empresas

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Em matéria veiculada na Revista Você S/A, edição 140, números mostraram as contrapropostas mais oferecidas pelas empresas ao seu profissional, quando o mesmo anuncia sair para outra empresa.

55%: salário mais alto;
23%: promoção;
11%: melhorou o pacote de benefícios;
7%: mudança de área;
3%: outros;
1%: expatriação.

Fonte: Revista Você S/A e Robert Half.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Vale lidera isolada as recomendações de analistas nas carteiras de fevereiro

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"Com 21 recomendações entre as 25 carteiras analisadas pela InfoMoney, a mineradora assegura isolada o primeiro lugar nas preferências dos analistas, 7 votos a frente da estatal Petrobras, que aparece na segunda posição. O Itaú Unibanco completa o pódio, com 12 recomendações."

Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Petrobras é a 4ª maior empresa de energia do mundo

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"A Petrobras subiu do nono para o quarto lugar no ranking das 50 maiores empresas de energia do mundo, segundo avaliação da consultora PFC Energy. Segundo nota divulgada na noite de ontem (26) pela estatal brasileira, o cálculo levou em conta o valor de mercado das companhias em dezembro do ano passado."

Fonte: Site Agência Brasil

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

A importância dos códigos e manuais nas empresas

Manual do colaborador, manual do funcionário, manual de integração... Independente da nomenclatura utilizada, esses manuais que costumamos receber, ao sermos admitidos em uma empresa, possuem uma significativa importância para que conheçamos melhor a empresa, o que deve, o que pode, o que não deve e o que não pode fazer.

A própria palavra manual, para muita gente, já remete ao termo burocracia, por muitos interpretado inadequadamente. Burocracia constitui um método de controle das organizações, quando aplicada e utilizada de maneira objetiva e sensata.

É através de códigos, manuais e normas que o trabalhador saberá de seus direitos, deveres, bem como poderá conhecer ainda mais o perfil e cultura da organização a qual está vinculado. Há empresas que, além de arquivarem o registro de recebimento do documento, registra ainda a assinatura em um termo de ciência sobre a leitura do manual.

Informações da empresa como a visão, missão, valores, certificações, direitos, deveres, penalidades, estrutura organizacional, SMS (segurança, meio ambiente e saúde), contatos, entre outras, podem ser encontradas nesses manuais.

Como parte avulsa ou integrante dos manuais, podemos receber ainda, dependendo da organização, um código de conduta, um código de ética, demostrando que a empresa tem propriedades, valores e objetivos. O ideal seria que toda empresa, independente do porte, tenha uma manual, um código de ética, enfim que tenha uma documentação que oriente os seus colaboradores à missão dessa empresa, através de bons princípios éticos e morais.

Dispensar a leitura desses documentos, além de demostrar desinteresse por parte do empregado, contribui para uma cultura que pode disseminar a indisciplina e a falta do compromisso que foi assumido na admissão. Por mais que esses documentos contenham informações que pareçam óbvias, conhecê-los integralmente enriquece a sua concepção e conhecimento, além de firmar o compromisso com o negócio no qual se está inserido..

Portanto, ler e conhecer o que a sua empresa é, como faz e aonde quer chegar é de fundamental importância tanto para o seu crescimento quanto para o dela.

Crédito da imagem: gravityx9 (Sxc.hu)
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O maior empregador privado do Brasil

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O Grupo Pão de Açúcar, após associação com a Casas Bahia, passou a ser o maior empregador privado do páis, com 137 mil empregados. A informação esteve em um comunicado ao mercado, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Fonte desta informação: Portal da Revista Exame.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Sistemas de informações nas empresas

1093356 Dentre as várias ferramentas que o administrador dispõe, as tecnologias e os sistemas de informações (SIs) têm uma significativa importância, pois podem contribuir, e muito, para o aumento da eficiência das operações da empresa.

Sistema de informação empresarial pode ser definido como um conjunto interligado de elementos que recebem entradas, processamentos e saídas de informações, visando um melhor controle da organização.

Na busca pela competitividade, as empresas sentem a necessidade de investir cada vez mais na sua excelência operacional, informatizando setores, agilizando vendas de produtos, prestação de serviços, bem como um relacionamento cada vez mais estreito para com seus clientes e fornecedores. Isso pode ser conquistado através de um sistema de informação bem administrado.

Para gerir com SIs, é preciso considerar o contexto tecnológico, humano e organizacional

Não há como falar em sistemas de informações, sem levarmos em conta a TI (tecnologia da informação). TI compreende atividades que envolvem recursos tecnológicos, como equipamentos e programas (hardwares e softwares, respectivamente) que contribuirão e facilitarão a realização dos objetivos organizacionais.

Entretanto, não é somente através da dimensão tecnológica que a empresa conquistará seus objetivos. É preciso estarmos cientes das outras duas dimensões que um sistema de informação empresarial compreende: o fator humano e os processos organizacionais.

O homem é um elemento essencial no contexto de SIs, pois é através das pessoas que o desenvolvimento, a operacionalização e a gestão dos sistemas irão ocorrer.

O contexto organizacional entra em cena facilitando a execução do trabalho, através de processos organizacionais, logicamente delegados estruturados.

Os sistemas de informações empresariais têm evoluído a ponto de integrarem cada vez mais diversas atividades e departamentos de empresas, bem como interligar essas empresas a qualquer outra do globo, inclusive aos seus stakeholders.

O administrador precisa tomar decisões cada vez mais ágeis, precisas e rápidas. Para tanto, é preciso conduzir os negócios integrando os sistemas de informações às pessoas e aos os processos organizacionais. Assim sendo, a empresa terá condições de obter melhores desempenhos e resultados que a torne mais competitiva.

Crédito da imagem: ilco (Sxc.hu).

terça-feira, 24 de novembro de 2009

A relação do marketing com os demais departamentos de uma empresa

1131288 O lucro, sem dúvidas, é um objetivo-chave almejado pelas empresas. Para que esse objetivo seja alcançado com eficiência, é necessário, entre outros pontos, uma comunicação entre os departamentos da organização.

Apesar de funções diferentes que os vários departamentos executam, deve haver o mínimo de interesse comum entre esses departamentos, como, por exemplo, o foco no cliente.

O marketing, não mais, nem menos importante que outros setores de uma empresa, exerce um papel de suma importância quando precisa-se conhecer o cliente, bem como estratégias sobre como os produtos e serviços serão comercializados no mercado.


Em departamentos de uma organização, podemos observar que eles encaram problemas e objetivos da empresa a partir de seu ponto de vista. A comunicação integrada entre os setores apresenta falhas. A direção maior da organização deverá intervir quando houver conflitos intersetoriais, que muitas vezes não são analisados coletivamente, mesmo ciente das peculiaridades funcionais que cada departamento venha a ter: a produção, as finanças, os recursos humanos etc.

Vejamos a seguir reações negativas que o marketing pode receber de diferentes grupos funcionais, conforme mostrado no livro Administração de Marketing, de Kotler e Keller, no capítulo 'Gerenciamento de uma organização de marketing holístico':

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“A engenharia entra em conflito com os executivos de marketing quando esses querem que vários modelos sejam produzidos, muitas vezes com características que exigem adaptação especial dos componentes. Os engenheiros com frequência acham que a equipe de marketing é tecnicamente incapaz, muda de prioridades toda hora e não merece confiança total.

Os executivos de compras torcem o nariz quando os executivos de marketing pressionam por vários modelos em uma linha de produtos, o que exige a compra de pequenas quantidades de muitos itens, em vez de grandes quantidades de poucos itens. Eles acham que o marketing insiste em qualidade muito alta de materiais e componentes. Também não gostam da imprecisão das previsões do marketing, que os obriga fazer pedidos urgentes com preços desfavoráveis ou manter estoques em excesso.

Os executivos financeiros suspeitam que as previsões da equipe de marketing sirvam apenas para ela mesma. A visão que eles têm é que os profissionais de marketing são rápidos demais em cortar preços para ganhar pedidos, em vez de estabelecer preços para ter lucro. Para eles, esses profissionais ‘conhecem o valor de tudo, mas não sabem o custo de nada'.

Os contabilistas acham que a equipe de marketing é relaxada quando se trata de fornecer relatórios em tempo hábil. Eles não gostam das transações especiais que a equipe de vendas faz com os clientes, porque isso exige procedimentos especiais de contabilidade. Os funcionários do crédito avaliam a situação creditícia de clientes potenciais e negam ou limitam o crédito aos demais duvidosos. Na opinião dos contabilistas, os profissionais de marketing vendem para qualquer um, inclusive para maus pagadores.”
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Diante disso, podemos dizer que o marketing e os demais setores devem desenvolver uma relação a ponto suficiente de produzir uma consciência conjunta para realizações embasadas na missão da empresa. Os setores devem trabalhar de maneira que cada um entenda a lógica de operação dos outros. O departamento de marketing, além da função de coordenar o marketing, deve propor aos demais departamentos reuniões para entendimento e colaboração mútua. Quando todos trabalham juntos, com uma missão comum e comunicação integrada, não só o marketing, mas toda a organização, passam a ter mais chances de obter melhores desempenhos.

O que consultei:
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
Crédito da imagem: cobrasoft (Sxc.hu).

Bancos têm maior lucro entre empresas no Brasil

Estudo da consultoria Economatica mostra que o segundo setor mais lucrativo no país é de petróleo e gás. As dez empresas mais lucrativas do Brasil concentram 55% do total

Os bancos registram o maior lucro entre as empresas de capital aberto no Brasil, com mais de 20% do lucro total de todas as companhias brasileiras, apontou nesta segunda-feira (23/11) estudo da consultoria Economatica. De julho a setembro, os bancos somaram R$ 7,57 bilhões. Em segundo lugar no ranking aparecem as empresas do setor de petróleo e gás, com cinco companhias e lucro líquido de R$ 7,47 bilhões. Somente a Petrobras representa R$ 7,30 bilhões no setor.

A partir do lucro líquido consolidado das empresas brasileiras no terceiro trimestre deste ano, a Economatica verificou que o setor bancário, representado por 23 instituições, concentra o maior volume entre os 29 setores estudados. O lucro acumulado dos dois maiores setores, Bancário e Petróleo/gás concentram 40,3% do total acumulado pelas 314 empresas estudadas.

O terceiro setor com maior lucro, de Energia, reúne 38 empresas e soma R$ 4,61 bilhões no período.

As dez empresas mais lucrativas concentram 55% do lucro consolidado das empresas de capital aberto brasileiras. A Petrobras responde por 19,5% do lucro total e a Vale figura em segundo lugar, com 8%, enquanto a terceira posição vai para o ItaúUnibanco, com 6,1% do total.

Ambev é a empresa mais lucrativa do setor de Alimentos e Bebidas, CSN no setor de Siderurgia e Metalurgia, Braskem no setor Químico, Telesp do setor de Telecom e Cemig no setor de Energia Elétrica.

Veja abaixo o lucro dos 29 setores analisados pela Economatica e o lucro das 10 maiores empresas de capital aberto.

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Fonte: Época Negócios Online.